Foto: ANPG
Foto: ANPG

AUGM en el 26 Congresso Nacional de Pós-graduandos de Brasil

Del 29 de junio al primero de julio en la Unviersidade de Brasília

Por invitación de la Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) de Brasil, la Asociación de Universidades Grupo Montevideo (AUGM) fue parte del 26 Congresso Nacional de Pós-graduandos (CNPG) “Em defesa da ciência, da universidade e do Brasil: o que é Público não se vende!”,  que se realizó en la Universidade de Brasília (UnB) del 29 de junio al primero de julio.

De esta instancia deliberativa, consultiva y fiscal de la ANPG que reunió a cerca de mil posgraduados electos directamente en instituciones de diferentes regiones brasileras, participó Álvaro Maglia, secretario ejecutivo de AUGM, quien compuso la mesa de debate “Papel e desafios da Educação Superior e da CTI no Brasil para contribuir com a retomada do desenvolvimento”.

En este espacio, Maglia, desde una perspectiva latinoamericana, hizo un llamado a defender la educación pública en todos sus niveles -incluido el posgrado- y la reivindicó como un bien publico y un derecho humano. En este sentido, refiriéndose a lo que sucedió en Congresos de la ANPG anteriores y en  un contexto de recortes presupuestares, el Secretario Ejecutivo también se refirió al papel de las universidades públicas en el desarrollo del país y a la responsabilidad de los Estados de mantener estas instituciones.

 

Foto: ANPG/Facebook

La ANPG es una red de representación de las diferentes asociaciones de posgraduados del país que ha abocado sus treinta años de existencia en defensa de la ciencia y la posgraduación. Realiza diversas actividades que tienen como objetivo debatir la política nacional de ciencia, tecnología e innovación, al tiempo que ocupa un lugar en el Consejo Superior y en el Consejo Técnico Científico de la Coordenação de aperfeiçoamento de pessoal de nivel superior (Capes) del Ministerio de Educación. También dispone de un lugar en el Consejo Deliberativo del Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (CNPq).

Apertura

“O Congresso da ANPG chega em um momento que precisamos nos perguntar: qual é o papel da universidade frente as dificuldades e os muitos problemas sociais do nosso povo. A ciência e a tecnologia deve estar a serviço do povo do nosso país. A academia que queremos é uma academia popular a serviço dos avanços sociais”, dijo Marianna Dias, presidenta de la União Nacional dos Estudantes (UNE) durante el acto de apertura.

La acompañaron Tamara Naiz, presidente Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG),  Marcia Abrahão, rectora de la UnB, Helena Shimizo, decana de Pesquisa e Pós-Graduação de la UnB, Yuri Nathan, presidente de la Federação de Pós-Graduandos em Direito (FEPODI), Márcio Melo, vicepresidente de la ANPG,  Luíza Rangel, ex-presidenta de la ANPG, Fernanda Sobral, consejera de la Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) y Mario Neto Borges, presidente del Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (CNPq).

Foto: Sthefane Felipa

Nós precisamos fazer que essa Ciência brasileira gere riqueza e ajude a resolver os problemas nacionais como já foi citado aqui. Não basta produzir artigos, a comunidade científica é capaz de dar essa contribuição. O vírus da Zika e um exemplo. Nossa mobilização com diversas entidades conseguiu equacionar o problema em 1 ano e meio”, afirmó, por su parte, el presidente del CNPq.

La rectora de la universidad anfitriona también se expresó en esta instancia sobre la importancia de concretar este Congreso: “É muito simbólico receber o Congresso da ANPG aqui na UnB. No período da ditadura chegamos a ter metade do nosso quadro de professores demitidos. A nossa instituição tem uma bonita  história de resistência e neste momento é muito importante que a nossa pesquisa nas universidades cheguem de uma forma mais simples para a sociedade. O nosso papel é fundamental para o desenvolvimento do Brasil, mas não basta falarmos isso para nós mesmos”.